quinta-feira, 14 de maio de 2026

O DESESPERO


Sei não...


Sêneca afirmou: "Devemos ir buscar coragem ao nosso próprio desespero".

A coragem é de fato um remédio eficaz à maioria dos males da alma, mas como usá-la quando o mal que nos aflige é justamente a sua falta? É como buscar remédio em um frasco vazio.

Quem nunca passou por esta sensação em algum momento da vida, em que o desespero foi tanto diante de uma expectativa, tão grande, a ponto de não se importar para o que pudesse acontecer consigo naquele momento?

Certa manhã um garoto encontrou dois filhotes de um pássaros ainda no ninho, mas já crescidinhos, quase a ponto de alçar voo, pois já havia bastante plumagem. Aprisionou-os na gaiola e armou alçapão para pegar os pais. Primeiro veio a mãe e caiu na armadilha. Foi posta junto com os filhotes. Depois foi aprisionado o pai. O menino colocou todos numa mesma gaiola para que os filhotes continuassem a ser alimentados pelos pais. Entretanto, no entardecer, percebeu que a fêmea estava, como se dizia, jururu... Ela havia entrado em tal fase de desespero que se punha letárgica no poleiro, com a plumagem arrepiada (sintoma de doença, tristeza, abatimento). O macho, então, passou a  alimentar os filhotes e a própria fêmea como se ela fosse um de seus filhotes, dada a situação de desesperança inerte enfrentada pela companheira.

Na manhã seguinte a fêmea já estava recuperada, o gesto do macho a havia salvo. Talvez acontecesse o contrário, mas não vem ao caso. O fato é que a fêmea voltou a alimentar-se por si só e alimentar seus filhotes. Por fim, o garoto acabou por soltar a todos, após alguns dias. 

Nestes momentos, talvez o que precisamos é apenas apoio e uma noite...

sexta-feira, 8 de maio de 2026

A SOLIDÃO

 

 A maioria das pessoas, em qualquer etnia, acredita que exista um criador... É lógico crer que seja quem for este criador, em algum momento ele esteve só, antes de tudo criar. Assim, a primordial condição do ser humano é a solidão, herdada de quem o criou. E Talvez a necessidade do criador em compartilhar a vida contida nele como única existente é que o levou à criação de todo o resto... Um criador que compartilha algo de bom. Isto não muda o fato que no princípio, antes de tudo depois dele, havia somente ele e a solidão.

Mas... digamos que não exista um ente criador... Neste caso, a origem de tudo seria o ventre vazio do nada.

De qualquer forma, este nada, este caos, assim como o criador, seria a expressão máxima da solidão primordial, antes que tudo viesse a ter forma.

A solidão é, portanto, a primordial característica, tanto de quem originou a criação, quanto da criatura, que herdou esta característica.

Orson Wells aponta a saída positiva que a humanidade encontrou para fugir desta primeira e inevitável natureza

"Nós nascemos sozinhos, vivemos sozinhos e morremos sozinhos. Somente através do amor e das amizades é que podemos criar a ilusão, durante um momento, de que não estamos sozinhos."

A solidão procura em outras solidões a eliminação da sensação de abandono que ela provoca. Acontece que a presença de outros seres não nos tira a unicidade, a singularidade, porque nada vive uma vida outra que não seja a sua própria existência. É uma realidade inexorável, implacavelmente presente por ser a solidão um atributo essencial dos seres, visto estar presente do nascimento à morte, em toda a existência concreta.

Clarisse Linspector nos apresenta uma receita para enfrentar este desafio em nossa jornada existencial:

 "Que a minha solidão me sirva de companhia

Que eu tenha a coragem de me enfrentar

Que eu saiba ficar com o nada

E mesmo assim me sentir

Como se estivesse plena de tudo."

Nos consola saber que aquilo que originou tudo, Deus ou o caos, era já pleno em sua solidão antes mesmo de tudo criar. Nos dá a sensação de que é plenamente viável suportar a nós mesmos.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

O Menino , o Pássaro Ferido e Deus

 




O menino estava brincando na varanda de casa quando ouviu um barulho. Voltou os olhos para o lado e viu um pássaro se contorcendo. Logo percebeu que o pássaro havia batido no vidro da janela. Aconteceu com o pássaro o que às vezes acontece a nós quando nos distraímos ou caímos em alguma armadilha do destino. O menino lembrou o que seu pai havia lhe ensinado de como proceder quando visse um pássaro ferido, tonto por ter batido em uma vidraça. Pegou a ave e molhou a cabeça dele em um filete de água da pia. Depois colocou cuidadosamente em uma cadeira posta na varanda para que ele pudesse alçar voo ao se recompor. De repente, surgiu um gato e o menino se interpôs entre eles a fim de proteger o pássaro da investida do gato. Com o perigo afastado, o menino procurou ficar a uma distância que o pássaro não se assustasse com sua presença antes de estar totalmente recuperado, saindo em um voo desesperado, nem que a distância o impedisse de proteger o pássaro caso o gato voltasse a investir sobre ele. O pássaro foi se recuperando da pancada e, ao avistar o menino e sem ter consciência de que o menino havia sido seu protetor por aquele período, alçou voo. Por não ter consciência de que o menino o havia ajudado, o pássaro não agradeceu. Fora ajudado em um período difícil de sua existência sem saber que alguém velava por ele.

Será que é assim que Deus age em nosso favor, sem que saibamos, quando nos chocamos em alguma vidraça da vida? Faz como o menino que velou o sofrimento do pássaro e o protegeu até que ele se recuperasse? Ou tudo não passa de mera coincidência, sorte ou azar?

Sei não...

Acredito que gostamos de pensar assim... Um Deus que nos protege no lugar de um Deus que deixa as coisas acontecerem à revelia... As perguntas acima se impõem, pois nem sempre acontece assim, às vezes nos deparamos com situações trágicas, o que acontece todos os dias. Nem sempre há esta proteção. Às vezes Deus parece não estar na varanda. Nestas vezes, o pior acontece e nos faz duvidar se Deus realmente faz este papel de estar sempre presente a nos proteger. Uma explicação me ocorre: É que às vezes tem que acontecer, o destino que Deus impôs ao próprio Jesus na cruz comprova isso. Em todas as outras vezes, Deus está ali, cuidando... Nestes momentos que Deus cuida, nós, tal como o pássaro não percebeu a presença do menino, não percebemos a presença Dele, nem temos consciência do perigo a que somos submetido. Não sabemos o dia em que Ele não estará ali. Continuamos nossa sina de voar sem olhar para trás, até o momento em que Deus, por imposição do  destino que nos é traçado, se ausentar da varanda.

sábado, 2 de maio de 2026

Meus Livros: RENATO RUSSO - CANÇÃO E FILOSOFIA

 


É uma reflexão da obra de Renato Russo com enfoque na Filosofia, nas correntes filosóficas e seus pensadores. Neste livro se encontra, por exemplo, a conexão de Renato com a filosofia de Rousseau sobre a bondade humana. Encontra a relação existente com a filosofia de Bertrand Russell, trazendo temas tais como o pacifismo e o ecocentrismo. Há ainda a reflexão sobre a verve mais frequente na obra de renato Russo, que é o platonismo, além do movimento estoico presente nas canções de amor. Também trata sobre a forma como o cantor lidou com a questão da homossexualidade nas composições, em que se percebe duas fases distintas de abordagem. Estas e outras reflexões trazidas neste livro ambicionam despertar no leitor uma nova forma de entender e experimentar as sensações que as canções  de Renato Russo produzem, sob uma ótica diferente a que está acostumado, para além do cancioneiro.

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Digital

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Impresso

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quinta-feira, 30 de abril de 2026

FILÓSOFOS DEBATEM FAROESTE CABOCLO

AGATÃO: Este banquete tem como tema a questão ética e proporei como texto de estudo a música Faroeste caboclo, para que, a partir das situações vividas pelos personagens, possamos debater segundo vossas convicções.
(Os pensadores ouviram a música) 

ROUSSEAU: Encontro minha filosofia nesta narrativa. Acredito que o homem nasce bom e a vivência em sociedade o corrompe, porque desperta um desejo de competição que o leva a atitudes mesquinhas e pequenas. O primeiro verso deixa claro esta condição primitiva de bondade, pois não ter medo significa, nesta situação, não conhecer o mal. A morte do pai despertou em João de Santo Cristo um ódio pela vida e a visão de que todos eram seus inimigos. Esta inimizade, na humanidade, começou quando um primeiro cercou um pedaço de terra e disse: “isto é meu!” e não houve ninguém com suficiente clareza para arrancar aquelas cercas. A partir daí cada qual passou a defender o que é seu, vizinhos se desentenderam, países guerrearam...

HOBBES: Falas, caro Rousseau, como se esta competição foi induzida por um fator externo, como o tiro que matou o pai do rapaz, por exemplo. Negativo! Estes sentimentos nascem conosco, pois não diferimos dos outros animais nesta questão. Digo que o homem é lobo do homem! Ao contrário do que dizes, o homem é naturalmente mau e a sociedade é quem cria mecanismos para educá-lo na virtude. João de Santo Cristo teve chances, quando criança e quando adulto, mas teimou sempre em ser lobo.

SÊNECA: Tudo seria muito mais tranquilo se João de Santo Cristo não lutasse tanto contra o seu destino. Ele viveria muito mais feliz se deixasse as coisas acontecerem naturalmente. A aceitação de sua condição, no mínimo, lhe traria paz para viver decentemente, trabalhando e, talvez, formando uma família.

AGOSTINHO: Faltou a todos os personagens a opção por Deus. A boa ação é aquela que nos aproxima de Deus e a má ação aquela que nos afasta Dele. Onde falta Deus brota o mal.

SARTRE: Penso que Rousseau e Hobbes erram quando falam em essência humana, pois primeiro existimos e a nossa essência - aquilo que somos - se forma a partir de nossas escolhas, o que quer dizer que não temos nenhuma natureza pré-existente, boa ou má. Também não existe destino como diz Sêneca, nós é quem o fizemos. E Deus, mesmo que existisse, não interferiria em nossas ações, porque somos condenados a ser livres.  Sozinho fiz o mal, sozinho inventei o bem. Não temos a quem culpar por nossas ações, pois somos pautados pela liberdade. Os personagens da história em questão agiram livremente, fizeram suas escolhas e suas ações não podem ser atribuídas a fatores externos, pois estes podem influenciar, mas jamais determinar as decisões pessoais.

AGOSTINHO: É o que chamo de livre-arbítrio...

SARTRE: É um contrassenso o que dizes. Uma liberdade pautada por uma força superior não é liberdade. Como posso ser livre se tenho que fazer a vontade desta força? Não existe meia liberdade. Não se pode ser meio livre, como não se pode ser meio morto.

NIETSCHE: E nem é a vontade deste Deus inventado, mas a vontade da Igreja de Agostinho que, influenciado pelas ideias racionalistas de Platão, teorizou um modo de amarrar as pessoas às normas e regras de conduta que atentam contra a natureza humana. Passaram a tudo proibir. Estamos condenando os personagens desta história sob a batuta destas regras estúpidas. Devo admitir que Maria Lúcia é a personalidade mais fraca, não pelas razões anteriormente expostas pelos colegas de banca, mas pelo fato de que ela vivia ao sabor dos desígnios dos outros personagens, não tinha amor próprio. Por outro lado, era justo o ódio de João de Santo Cristo e ele viveu intensamente até conhecê-la, entregando-se aos ditames da sociedade moralista, como formar família, com empreguinho e casamento.

HOBBES: O que estás a propor é a barbárie!  Como disse anteriormente, nascemos maus e se não houvesse uma lei que regulasse as ações, cada qual agiria conforme seu bem entender sem qualquer controle.

NIETZSCHE: O problema é justamente o controle. A única lei a ser seguida, deveria ser a lei natural, a lei do bem viver.

EPICURO: Bem viver é justamente o que faltou aos personagens. Como o fim último da vida é buscar o prazer através da tranquilidade da alma e da serenidade, devo concordar com Sêneca quando diz que João de Santo Cristo deveria esquecer o fato da morte de seu pai, a princípio, através do exercício do perdão. A agonia da cena guardada em seu coração se estendeu por toda a vida. Além do mais, ele desejava demais, quando poderia ser feliz com o que tinha e onde vivia.

NIETZSCHE: Perdão e piedade são para os fracos. O moralmente forte age segundo sua natureza. O ódio de João de Santo Cristo era justificável. Controlar os sentimentos é ir contra a lei natural e fraudar o que é puro e, portanto, bom.

ARISTÓTELES: Pois penso que a função da razão é justamente dominar as inclinações e as paixões. O bem viver é viver com equilíbrio, pois a virtude está no meio. Há duas formas de falhar: por excesso ou falta. Duelar com Jeremias não foi um ato de coragem - que seria a virtude – mas um ato temeroso – o vício por excesso.  João agiu emocionalmente pela ira. Jeremias, por sua vez, praticou a covardia ao atirar pelas costas – o vício por falta.

SÓCRATES: Só se erra por ignorância. O ser moral é o ser de conhecimento. Praticar o conhecimento é o bem agir. Os personagens em questão viveram à sombra de suas crenças, não procuraram a razão e nitidamente sofreram muito durante suas vidas. Seu conhecimento era, portanto, precário de verdade e sabedoria.

PLATÃO: Típico caso, se me permite o mestre interromper, de pessoas que vivem nas sombras da caverna. O medo do desconhecido os impediram de sair para fora e conhecer o verdadeiro mundo. Enquanto a alma era pura, como diz a música, João de Santo Cristo não tinha medo, o que equivale dizer que não conhecia o mal. O corpo, que habita o mundo sensível das aparências e enganos, através das experiências contaminou a alma, até então pura.

PROTÁGORAS: Pois penso que cada qual vivenciou sua experiência, conforme sua ética, seu modo de pensar e sua percepção particular de mundo. Cada qual aqui está julgando segundo o que acredita ser certo ou errado. O mundo existe conforme a visão de cada um e a vida e modo de viver se deu conforme as escolhas dos personagens. Quem disse que João ou Jeremias queriam vida e fim diferentes? Trocariam a curta vida que tiveram por uma vida longa sem emoção?

JONH STUART MILLS: Toda ação deve culminar em felicidade ao maior número possível de pessoas, mas tem que obrigatoriamente ser útil, pois os fins justificam os meios. Não vejo benefício algum, nem para os personagens, nem para a sociedade as decisões tomadas por eles. O único momento de boa decisão foi quando João de Santo Cristo resolveu trabalhar, constituir família com Maria Lúcia. Eles pareciam felizes e a sociedade ganhou com ele vivendo segundo as regras dela.

IMMANUEL KANT: Penso de forma contrária a Stuart Mills. Para mim não importam os resultados, mas a intenção do agente moral. Sêneca tem razão quando diz que não está em nossas mãos o controle  dos acontecimentos, pois às vezes queremos produzir algo e sai outro diferente. Temos culpa? Respondo que não, porque nossa intenção era boa. O final da música revela a intenção de Santo Cristo e era uma intenção boa, humanitária, que visava o bem social. Durante a música percebe-se que Santo Cristo sempre tenta fazer o melhor, mas algo sempre o desvirtuava do bom caminho.

NIETZSCHE: De boas intenções o inferno está cheio. O “bom caminho” que você se refere é o caminho dos padres, pastores e racionalistas. Gostam do Santo Cristo cordeirinho, enquadrado nos ditames de suas regras estúpidas que fazem as pessoas trocarem o bem viver pela prisão que estas normas e regras impõem.

DESCARTES: Como racionalista devo dizer que as paixões só levam a enganos e torturam a consciência. Concordo com Agostinho quando afirma que Deus e a Sua vontade são o direcionamento, a rota a seguir, pois ele é o Supremo Ser Pensante. Também concordo com Sócrates no que se refere ao conhecimento como elemento guia das ações. 

Meus livros: UNS E UNS OUTROS - O CAPITÃO E O MENINO

 




Um ancião desperta em banco de uma praça ao lado de duas senhoras. Uma diz que se chama consciência e, a outra, Memória. Ele pensou que estivessem caçoando dele. Elas fazem com que relembre os tempos da infância e depois o conduzem a um dia de sua vida adulta em seu ofício como capitão. Neste dia ele se depara com a força de um menino que o confronta. Deste embate nasce a loucura, o esquecimento e, talvez, a redenção. Uns e Uns outros traz o embate de duas "tribos". Um grupo conta com a força bruta e a covardia que desperta o medo, a outra, com a inocência, intuição e coragem. 

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Meus livros: NATÁLIA E OS DOZE

 


Natália é uma adolescente experimentando um profundo vazio existencial que tenta preencher com perigosos desafios lançados na internet. Em uma determinada noite estava entre ingerir comprimidos ou mutilar-se com uma lâmina. Foi dormir com este desafio lançado a si. Acordou em meio à madrugado com um estranho ao pé da cama que a convida para um desafio: conhecer doze sábios. Como num passe de mágica ela surge primeiro na Grécia Antiga, depois é levada para outros lugares por seu amigo Áureo, onde tira de doze mestres lições de bem viver, os vê em ação e, então, vê sua vida transformada cada vez que volta para casa.

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Meus Livros: A REVOLTA DOS CHIFRUDOS

 




Na pacata cidade de Rama Alta nada acontecia de extraordinário, afora as aparições de uma misteriosa e controversa mulher a quem chamavam de Generosa Mascarada. De repente, homens começaram a apresentar chifres, fato que causou tumulto em toda a cidade. O odor atraia as borboletas aos ornamentos cefálicos e as ruas passaram a apresentar um colorido especial. No entanto, aquilo não agradou aos homens do alto escalão social que passaram a exibir os adereços, pois trouxe a eles transtornos para a vida social. Entre esses transtornos constava o impedimento de jogar futebol, em proteção à bola nos cabeceios, e em proteção aos jogadores, por haver risco de choques entre eles. Também não podiam ir a restaurantes, por conta das borboletas. Os chifres trouxeram à cidade, ainda, o desnudamento da hipocrisia social. A procura da cura para os chifres virou o tema central da cidade enquanto procurava sua própria cura... 

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Meus livros: E JESUS CHOROU NO JARDIM

 



Diógenes, um pastor e professor aposentado, chega de Jerusalém com um pergaminho antigo escrito em aramaico que recebeu de presente de um ancião judeu. E uma dúvida na cabeça: Quem escreveu?... Ao traduzir, tem revelado o autor. À medida que lê, algo vai trabalhando em si rumo a uma transformação. O novo Diógenes entra em conflito com a forma de pensar dos outros líderes da igreja que congrega. Estabelece uma nova evangelização e passa a guiar seus passos em consonância com o que prega o pergaminho.


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Meus Livros: SEGREDOS E SILÊNCIOS

 


          Pedro é um homem que carrega um grande segredo. E deste se oriunda outros, que o leva a mentir. Vê a mentira como suporte do mundo, pois, segundo analisa, ela é mais recorrente que a verdade. A verdade, por sua vez, em seu entendimento, traria o caos a tudo. O enredo começa com Pedro assassinando um piloto de aeronave em um aeroporto e depois tira a própria vida. A partir daí, Sara, sua esposa, que além de segredos, carrega silêncios, parte em busca da verdade e dos motivos que fizeram Pedro agir como um assassino. As surpresas que encontra nesta procura faz tudo desmoronar à medida em que se defronta com suas próprias mentiras e a verdade aparece. Os fatos parecem comprovar a tese de Pedro a respeito da mentira e da verdade. 

Talvez seja também sobre você...


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